... Mas esquecemos que fomos (re)conquistados porque teimamos em ter fé em coisas que não dependem de fé. Por que acreditamos que o que era ruim até um segundo atrás poderia ter se tornado perfeito e reluzente? Fomos seduzidos pelo que quisemos ver e não pelo que estava, de fato, na nossa frente. Ficamos agoniados por não ter respostas e projetamos todas as soluções na “presença curadora” do outro.
Mas elas não vêm...
A experiência vivida nos deu avisos suficientes de que a relação, se fosse um sapato, não era do tamanho do nosso pé: ou vai nos dar calo (de novo) ou cair no meio da rua. Vimos com nossos próprios olhos todos os problemas...
O fato é que, por comodismo e paúra, nos acostumamos até ... O temor diante do novo nos priva da grande alegria de descobrir que o mundo é maior que a nossa ...
Ansiar por um momento que nunca se repetirá é apenas o outro lado de ansiar por um momento que passou para sempre. O passado só é lindo porque já foi. Não adianta tentar reproduzir as cores dele no presente porque o tom nunca será o mesmo. Nem você. Nem o outro. Esse presente (re)fantasiado, por melhor que seja, nunca se igualará às suas expectativas ou lembranças. E acabará, fatalmente...
Então, o que resta, é levantar âncora...
Amiga linda, então vamos levantar a ancora já...bjss na alma.
ResponderExcluir